Dashboard Financeiro

Terceiriza CS · Gestão Financeira

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Financeiro

Terceiriza CS · Dashboard CFO
Indicadores-chave
Alertas do CFO
Evolução mensal

Receita × Despesa operacional — previsto ?

O que está contratado para entrar e o custo previsto da operação, mês a mês (coluna F das duas abas) · 📄 abas Recebimentos + Pagamentos (VALOR PREVISTO)

Lucro operacional e margem ?

Receita menos despesa operacional; a % sobre cada barra é a margem · 📄 abas Recebimentos + Pagamentos
Comparativo de fechamento

Mês fechado vs mês anterior vs mesmo mês de 2025 ?

Posição de caixa hoje
Evolução do caixa

Saldo total no fim de cada mês ?

Bancos + CDB acumulado · 📄 linha SALDO FINAL das abas Fluxo de caixa INTER e NUBANK

Fixas × Variáveis ?

Despesa operacional por tipo · 📄 aba Pagamentos Terceiriza

Top 5 despesas do ano ?

Categorias com maior gasto acumulado em 2026 · 📄 aba Pagamentos Terceiriza
Despesas por categoria

Categorias no mês ?

O número ao lado de cada barra é o % que a categoria representa do faturamento do mês · 📄 aba Pagamentos Terceiriza
Saídas não-operacionais

Distribuição de lucros e CDB ?

Retiradas dos sócios e aportes em investimento — ficam FORA da despesa operacional · 📄 aba Pagamentos Terceiriza (descrição "Distribuição" / "CDB")
Lucro líquido × distribuição

Quanto a operação gerou × quanto foi distribuído ?

Barras = lucro operacional e distribuição aos sócios · linha = o que sobrou dentro da empresa · 📄 abas Recebimentos + Pagamentos Terceiriza (col. G)
Receita recorrente

MRR — evolução no ano ?

Tracejado = previsto dos contratos ativos (previsibilidade) · linha cheia = o que já foi recebido · 📄 abas Recebimentos (col. F) + Fluxo de caixa INTER/NUBANK (bloco RECEITA)s CONTRATO)

Ticket médio ?

MRR ÷ contratos com valor recebido no mês · 📄 abas Fluxo de caixa INTER/NUBANK (bloco RECEITA)

Realizado × Projetado ?

O que entrou no caixa vs o planejado · 📄 abas Recebimentos + Projeção (SUBTOTAL RECEITAS)
Receita por cliente

Quanto cada cliente pagou no mês ?

Valores efetivamente recebidos (regime de caixa) · 📄 aba Recebimentos Terceiriza (VALOR RECEBIDO)
Lucratividade por cliente

Lucro por cliente ?

Detalhe: receita, custo e margem ?

Verde ≥30% de margem · amarelo abaixo disso · vermelho no prejuízo · 📄 aba CUSTO X CLIENTE
Cobranças vencidas

Previsto e ainda não recebido ?

Linhas com valor previsto, sem data de recebimento e com vencimento já passado · 📄 aba Recebimentos Terceiriza
Saques do mês atual
Evolução dos saques

Saques mensais por sócio — de janeiro ao próximo mês ?

Meses passados = pago de verdade · último mês (tom claro, "plano") = valor definido na planilha · 📄 abas Pagamentos Terceiriza + Distribuição Sócios
Plano de distribuição — mês atual e próximo

O que está definido, o que já foi pago e o que falta · 📄 aba Distribuição Sócios (resumo do bloco mensal)

Planejamento do próximo mês · 📄 aba Distribuição Sócios
Histórico definido × pago

Todos os meses lançados na planilha ?

Total definido por sócio em cada mês e quanto do definido já foi quitado · 📄 aba Distribuição Sócios
Diagnóstico de saúde financeira · referência 26/07/2026
7,5

A empresa está saudável e lucrativa, mas concentrada e com churn alto. Margem operacional entre 60% e 70%, caixa de (≈4 meses de operação sem nenhuma receita) e MRR que mais que dobrou no ano. O que impede nota maior: dependência de um único cliente grande, 8 cancelamentos no semestre e contratos pequenos que hoje dão prejuízo.

Comparativo anual

Receita mensal — 2025 × 2026 ?

Crescimento ano contra ano — 2026 = receita prevista (col. F) · 2025 = histórico realizado · 📄 abas Receita e Despesas - 2025 + Recebimentos 2026 (VALOR PREVISTO)

⚠️ 3 principais riscos

  1. Concentração: Andrea Vermont é do MRR (R$ 15.997/mês). Se sair, a receita anual perde ~R$ 192 mil e a margem despenca.
  2. Churn alto: 8 contratos encerraram no 1º semestre (Arlene, César, Dra. Investidora, Rafaela, Kelem, Acelera, Francês Ativo, Lucas Arrial). O crescimento hoje depende de vender mais rápido do que perde.
  3. Contratos deficitários: em junho, Dra. Gessica deu prejuízo (−38%) e Arlene ficou no vermelho; Bruno operou com margem de só 14%. Contratos de ~R$ 3.000 não pagam o custo de servir.

🚀 3 principais oportunidades

  1. Reprecificar o piso: subir o ticket mínimo para ~R$ 4.500–5.000 (novos contratos) e renegociar/encerrar os deficitários. Só isso recupera 5–8 p.p. de margem.
  2. Escalar sobre custo fixo: a estrutura atual (equipe + ferramentas ≈ R$ 11 mil fixos/mês) atende mais clientes sem crescer na mesma proporção — cada contrato novo entra com margem alta.
  3. Política de caixa formal: o CDB de R$ 50 mil foi um ótimo passo. Formalizar: reserva-alvo de 3× a despesa operacional (~R$ 70 mil) antes de aumentar retiradas.

📈 Tendência: melhorando ou piorando?

Melhorando em receita e caixa, piorando em eficiência. Receita operacional saiu de R$ 50,6 mil (jan) para R$ 67–69 mil (mai–jun): +34%. O caixa quase quadruplicou no ano (R$ 23 mil → R$ 92 mil). O MRR saiu de R$ 25 mil para R$ 54 mil (+114%). Porém a despesa operacional subiu mais rápido que a receita (R$ 15 mil → R$ 27 mil, +73%), e a margem caiu de ~70% para ~61%. Comparado a 2025 (R$ 47 mil de receita no semestre inteiro), a empresa cresceu ~8× ano contra ano.

🎯 Recomendações para os próximos 90 dias (por prioridade)

  1. Resolver os contratos deficitários (agosto): renegociar Dra. Gessica e Arlene para ≥ R$ 4.500/mês ou reduzir o escopo. Meta: nenhum cliente com margem abaixo de 30%.
  2. Reduzir a concentração (até outubro): fechar 2–3 contratos novos no ticket cheio para levar a Andrea a menos de 20% do MRR. Meta de MRR: R$ 65–70 mil.
  3. Travar regra de retirada (agosto): distribuir no máximo 60–70% do lucro operacional do mês anterior. Em junho a distribuição (R$ 44,7 mil) passou do lucro do mês (R$ 41 mil) — não pode virar rotina.
  4. Cobrança ativa (contínuo): régua de cobrança automática no vencimento +1 dia.
  5. Fechar o custo por cliente todo mês (contínuo): a aba CUSTO X CLIENTE está sem o bloco de julho e com layout mudando a cada mês. Padronizar — é ela que mostra qual cliente dá lucro.
Tabela anual consolidada

Todos os meses de 2026 ?

Valores operacionais tratados · 📄 consolidado das abas Recebimentos, Pagamentos e Fluxos de caixa
Churn da carteira · só contratos recorrentes — consultorias e Ana Claudia ficam fora · dados até 26/07/2026
Movimento da carteira em 2026

Quem entrou, quem saiu e o tamanho da carteira, mês a mês ?

Barras = contratos que entraram e que saíram no mês · linha = contratos recorrentes ativos · passe o mouse para ver o churn de cada mês · 📄 histórico de contratos (snapshot 26/07/2026)

🧮 Como esse % de churn é calculado

Vida de contrato e LTV por cliente

Quanto tempo o creator fica e quanto ele deixa ?

Histórico completo 2025 + 2026, por cliente · consultorias aparecem na tabela mas ficam FORA das médias e do churn · 📄 abas Receita e Despesas - 2025 + Recebimentos Terceiriza

💭 Para pensar sobre o LTV dos creators

1. Um contrato novo não vale "R$ 48 mil/ano" — vale ~R$ 19 mil até provar o contrário. O creator recorrente que saiu ficou em média 4,6 meses e deixou R$ 18.864. É esse número que deve entrar na conta na hora de dar desconto, investir em captação ou aceitar cliente fora do perfil. Cada mês extra de permanência vale, no ticket médio atual, +R$ 5–6 mil de LTV por cliente.

2. O "vale da morte" é do 2º ao 5º mês. Dos encerrados, quase todos saíram com 5 meses ou menos. Quem passa do 6º mês tende a ficar muito: Bruno está há 17 meses (R$ 105 mil), Andrea há 11 (R$ 176 mil), Gessica há 14 (R$ 49 mil) — os três "veteranos" respondem por mais da metade de tudo que a empresa já faturou. Tradução prática: o LTV se decide nos primeiros 90 dias. É aí que o creator precisa VER resultado (relatório mensal de valor entregue, número de alunos recuperados, reembolso evitado) — não no 6º mês, quando a decisão de sair já foi tomada.

3. Ticket baixo não compra lealdade. Os contratos de ~R$ 3.000 (César, Dra. Investidora, Kenia, Arlene) saíram na mesma velocidade dos caros — e alguns davam prejuízo operacional. Já Rafaela e Lucas pagavam R$ 8–10 mil e também saíram rápido, mas deixaram R$ 38 mil e R$ 20 mil em poucos meses. Conclusão: preço menor não retém, só reduz o LTV. Reforça a tese do ticket mínimo de R$ 4.500–5.000.

4. Nem todo encerramento é churn. Kelem (contrato de 3 meses), Acelera e Ana Claudia (consultorias pontuais) terminaram no prazo combinado. Por isso o dash mostra dois números: o churn bruto (toda saída de recorrente) e o não planejado (só cancelamento de verdade).

Metodologia: meses = meses com pagamento recebido; total pago = soma de tudo que o cliente pagou desde o início (2025 + 2026, regime de caixa). Snapshot calculado em 26/07/2026 — peça atualização quando quiser recalcular.